Monthly Archives: May 2016

Notícias Atletas Nutriskin

Hoje o atleta Nutriskin Mateus Sacchett obteve um grande êxito.
Concluiu a COMRADES 89.13 km na África do Sul com o tempo espetacular de 6h43min45seg média de 4’31″/km.
– Foi o 2o melhor brasileiro chegando apenas 1min 53seg atrás do melhor brasileiro.
– Entre os 20 mil atletas, ele ficou na honrosa 129° posição geral.
– Traz a medalha de prata com muita alegria e determinação.
Fizemos um acompanhamento pré prova, trabalhamos com uma dieta com alto teor de hidrato de carbono no pré evento e usamos alguns suplementos essenciais para manter a performance durante todo trajeto.
Nutrição Esportiva é isso, detalhamento e estratégia.
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Foto de Nutriskin - Clínica de Nutrição.

Alimentos que previnem a gripe

Reforce o cardápio e o sistema imunológico para ficar longe das doenças

Uma alimentação equilibrada, composta por frutas, legumes, verduras e grãos integrais, reforça o sistema imunológico e deixa o organismo mais resistente a vírus e bactérias. Ou seja, o consumo regular de alimentos ricos em vitaminas e minerais é capaz de blindar sua saúde, prevenindo gripes e infecções, entre outras doenças.

Mas não espere a enfermidade aparecer para fazer mudanças no cardápio. Reavalie sua dieta e seu estilo de vida antes que seu corpo fique suscetível aos vírus.

Além da alimentação, outros cuidados são importantes para a prevenção de doenças. Entre eles estão a prática frequente de exercícios, sono reparador e combate ao estresse.

Agora, se você já estiver gripado, procure descansar, aumente a ingestão de líquidos e reforce o prato com ingredientes saudáveis para ter alívio mais rápido dos sintomas.

Confira a seguir alguns alimentos que ajudam a reforçar a imunidade:

Probióticos: têm microorganismos vivos que recuperam a microbiota intestinal e fortalecem o sistema imunológico. Eles são adicionados a alimentos, como leites fermentados e iogurtes.

Alho: fonte de alicina, estimula a resposta imunológica. Use amassado no feijão, em sopas e temperos de saladas.

Cogumelo shitake: contém lentinana, substância que aumenta a produção das células de defesa do organismo.

Frutas cítricas: são clássicas no reforço à imunidade, graças à alta concentração de vitamina C.

Acerola: fruta riquíssima em vitamina C (30 a 50 vezes mais que a laranja), que age na reconstituição dos leucócitos em períodos de queda de resistência.

Gengibre: é expectorante, reduz a inflamação e a dor. Adicione a raiz a chás e sucos.

Chás verde e branco: essas bebidas são ricas em catequina, poderoso antioxidante que atua no combate aos radicais livres. A substância ainda fortalece o sistema imunológico.

Couve, cenoura, tomate: são fontes de betacaroteno, poderoso antioxidante que atua contra infecções e estimula as células imunológicas.

Óleo de coco: rico em ácido láurico e caprílico, possui atividade antiviral e antibacteriana. Use em sucos, shakes ou vitaminas.

Mel: contém substâncias que agem como antibióticos naturais. Eficaz contra os sintomas de gripes e resfriados. Pode ser coadjuvante no tratamento de problemas pulmonares e da garganta.
Geléia real: estimula o sistema imunológico, combatendo infecções por vírus e bactérias.

Pólen: é rico em proteínas, vitaminas e minerais que ajudam na formação de anticorpos, fortalecendo o organismo. Pode ser consumido puro ou adicionado a sucos, iogurtes, vitaminas e frutas.

 

 

Câncer x Obesidade

CÂNCER X OBESIDADE
De acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), para 2016, estima-se que aproximadamente 15 mil dos 596 mil novos casos de câncer estejam relacionados à obesidade e ao sobrepeso

Mudanças no ritmo de vida e no padrão de alimentação, associados ao sedentarismo, são algumas causas responsáveis pelo excesso de peso. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) mostram que, em 2025, cerca de 2,3 bilhões de adultos estarão com sobrepeso e mais de 700 milhões obesos. Já o número de crianças com sobrepeso e obesidade, no mundo, pode chegar a 75 milhões de casos. A obesidade, em si, já representa diversos riscos para a saúde, porém, ainda mais alarmante é saber que esses fatores estão diretamente relacionados ao câncer.

Segundo estudo publicado na revista científica Lancet, em 2014, a obesidade está relacionada a vários tipos de câncer, dentre eles o câncer de intestino grosso, o câncer de mama – mulheres obesas têm um risco 1,5 vezes maior de desenvolver a doença, na pós-menopausa –  o câncer de endométrio (camada fina do útero – responsável pela menstruação), o câncer de rim, o câncer de vesícula biliar, o câncer de esôfago, o câncer de ovário, o câncer de fígado, a leucemia e o câncer de tireoide.

O sobrepeso e a obesidade não estão relacionados apenas ao câncer, mas, também, a outras doenças. Diabetes, doenças cardiovasculares, aumento da pressão arterial, acidente vascular cerebral, podem ser derivadas do excesso de peso. E, ainda, é importante lembrar que a obesidade pode reduzir a expectativa de vida.

Relacionando obesidade e câncer, as recomendações feitas para conter a ocorrência da doença envolvem alertas contra o sedentarismo e o consumo exagerado de alimentos com alto valor calórico e/ou gorduras, são os grandes vilões. Mas é possível combater esses males com a prática de atividades físicas. Além de serem altamente relevante na promoção do bem-estar físico e emocional, os exercícios, favorecem a redução da taxa de obesidade.

A atenção também deve estar voltada para a alimentação. Consumir frutas, verduras, legumes e cereais integrais que contêm nutrientes, tais como vitaminas, fibras e outros compostos, são importantes para auxiliar as defesas naturais do corpo a destruírem os carcinógenos antes que eles causem sérios danos às células. As fibras não devem ser deixadas de lado. Apesar de não serem digeridas pelo organismo, elas ajudam a regularizar o funcionamento do intestino, reduzindo o tempo de contato de substâncias cancerígenas com a parede do intestino grosso.

É sempre importante lembrar que os bons hábitos devem ser estimulados desde a infância, incentivando as crianças a se familiarizarem com alimentos que fazem bem a saúde e exercícios físicos.

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Os micróbios de seu estômago afetam sua saúde mental

Até pouco menos de uma década atrás, mudar o comportamento de uma pessoa com um transplante de fezes pareceria uma loucura. E não é algo que ocorrerá amanhã, mas as pesquisas com animais sugerem que talvez não seja uma ideia tão descabida. O que é averiguado nos laboratórios sobre a influência das bactérias que vivem em nosso intestino indica que elas não desempenham somente tarefas fundamentais para a saúde de nosso estômago. Influem também no estado do cérebro. Essas bactérias já foram transplantadas experimentalmente em humanos para combater infecções intestinais e da mesma forma, através da dieta e alimentos probióticos, que incluem microrganismos, serviriam para tratar doenças psiquiátricas e neurológicas.

Várias experiências com animais, principalmente ratos de laboratório criados em condições muito controladas, mostraram que os microrganismos do intestino podem afetar seu comportamento e modificar o equilíbrio químico de seu cérebro. Foi comprovado, por exemplo, que quando são introduzidas fezes de humanos com depressão em ratos estes desenvolvem sintomas próprios dessa doença. Em nossa espécie, também foram observados vínculos entre doenças gastrointestinais e patologias psiquiátricas como o autismo, a ansiedade e a depressão.

Transplantar fezes de pessoas depressivas a ratos induz a doença nos animais

“Já foram realizados estudos em humanos nos quais se compara a microbiota de pessoas sãs com a de outras que têm determinada doença e foi visto que modificando o ecossistema intestinal e suas funções é possível reduzir os estados de ansiedade”, explicaYolanda Sanz, pesquisadora do CSIC e coordenadora do projeto europeu MyNewGut, iniciativa financiada com 9 milhões de euros (35,6 milhões de reais) pela União Europeia para o estudo das bactérias intestinais. Mas acrescenta que “não existem evidências de causa e efeito em doenças mais graves”.

Sanz menciona também o interesse de algo que quase todo mundo já experimentou, a relação entre estados emocionais alterados e o mal-estar intestinal. “Em pessoas com alterações gastrointestinais, como síndrome de intestino irritável, foram observados problemas como a ansiedade e até mesmo depressão”, diz Sanz. “Nesses pacientes com esses transtornos mentais, foi observado que metade tinha problemas no sistema digestivo”, continua.

Agora, afirma a cientista do CSIC, resta o desafio de compreender o que é causa e o que é efeito nas relações entre problemas intestinais e mentais. Uma das formas de consegui-lo consistirá em realizar intervenções nos pacientes, “através de alimentos e bactérias prebióticas e probióticas” que modifiquem os equilíbrios entre micróbios que marcam a diferença entre a doença e a saúde. Sanz reconhece, entretanto, que o conhecimento ainda é escasso para se pensar em intervir com sucesso no ecossistema microbiano: “Existem algumas publicações que mostram que alguns probióticos podem reduzir a ansiedade, mas são estudos pequenos que em sua maioria não foram reproduzidos”. “É cedo para podermos fazer recomendações generalizadas, porque a complexidade do ecossistema intestinal é muito alta e é simplista pensar que com somente uma bactéria vamos solucionar o problema. Precisaremos pensar em modificar o ecossistema com intervenções mais integrais”, conclui.

Alguns probióticos conseguiram reduzir a ansiedade, mas em experimentos não replicados

Pesquisadores de todo o mundo começam a identificar os mecanismos através dos quais as bactérias do intestino, mediante a produção de hormônios e as moléculas que geram ao se alimentarem, modificam a química de nosso cérebro. Mas por enquanto o conhecimento sobre a influência do microbioma veio mais através do estudo de correlações do que pela análise dos processos concretos que as produzem. Uma série de estudos publicada recentemente na revista Science mostrou que uma diversidade bacteriana maior no intestino estava relacionada com uma saúde melhor. Além disso, vinculou essa diversidade ao consumo de iogurte e café, e indicou alguns fármacos como os ansiolíticos e os antibióticos e comer demais como culpados na queda na variedade microbiana.

A complexidade do problema pode ser entendida através dos números sobre a flora intestinal. Cada pessoa tem em seu estômago mais de um quilo de microrganismos, a maioria bactérias, de 1.200 espécies diferentes. Não será fácil manipular essa engrenagem para ajustá-la às nossas necessidades sem produzir efeitos indesejados.

“Estamos diante de um campo promissor, mas ainda incipiente”, diz Vicent Balanzá, pesquisador de Centro de Pesquisa Biomédica em Rede de Saúde Mental na Universidade de Valência. “A maior parte dos estudos é feita com ratos e temos o problema de replicá-los em humanos, e os estudos em humanos são transversais, de modo que temos problemas para identificar a causalidade”, prossegue. “Outra pergunta que ainda está no ar é qual é composição que consideramos normal e saudável da microbiota humana”, acrescenta.

Cada pessoa tem em seu estômago mais de um quilo de microrganismos de 1.200 espécies diferentes

Já existem ensaios clínicos com probióticos para tratar a depressão que melhoram os sintomas, mas são resultados que precisam ser confirmados. Além desses produtos que incluem micróbios benéficos, Balanzá destaca as possibilidades da dieta para reparar a microbiota humana danificada associada à doença mental. “Temos dados científicos de que uma boa dieta, como a mediterrânea, aumenta a diversidade da microbiota intestinal e tem efeitos anti-inflamatórios”, diz. O psiquiatra da UV afirma que essas intervenções “são consideradas junto com psicofármacos e outros tratamentos”.

Dada a heterogeneidade dos transtornos psiquiátricos, que são definidos por sintomas que podem ter bases fisiológicas diversas, não é possível realizar um tratamento único. Balanzá indica que será preciso distinguir condições particulares dentro de doenças que têm o mesmo nome. No caso da depressão, por exemplo, o pesquisador explica que “graças aos estudos de Michael Maes, sabemos que um terço dos pacientes com depressão apresenta a síndrome de intestino permeável”. “Não encontramos essa síndrome em todas as pessoas com depressão, de modo que as intervenções com a intenção de modular a microbiota intestinal não seriam úteis a todos os pacientes, seria preciso identificar aqueles que podem se beneficiar das intervenções”, afirma.

O estudo do microbioma pode ser um caminho para compreender as conexões entre o estado de ânimo e a saúde física que seriam produto de processos comuns. A inflamação é um nexo comum que une a diabetes, doenças autoimunes e o câncer e poderia ajudar a explicar o fato de aparecerem com certa frequência com algumas doenças mentais como a depressão associadas a outras inflamatórias como a síndrome do intestino irritável. Entender o papel dos micróbios que vivem em nosso intestino na inflamação ajudaria a fornecer uma visão mais ampla sobre um conjunto de doenças que, mesmo parecendo isoladas, poderiam ser tratadas com maior possibilidade de sucesso com uma visão mais ampla. Assim, conclui Balanzá, poderão ser feitas intervenções em psiquiatria “com tratamentos que habitualmente são vistos como medicina alternativa, como a dieta, o exercício e padrões de sono adequados” sabendo por que afetam a saúde.

 

O consumo de iogurte está relacionado com uma maior diversidade bacteriana no intestino.

Suco Verde

SUCO VERDE – 300ml (1 copo) – tomar em jejum

Ingredientes

½ copo de água de coco;
1 fatia de abacaxi OU ½ laranja;

½ maçã OU pêra;
1 folha de couve;
1 pedaço de gengibre;

Modo de preparo:

Bata todos os ingredientes no liquidificador, beba em jejum e de preferência sem coar.

 

Consumption of dairy foods and diabetes incidence: a dose-response meta-analysis of observational studies

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Gijsbers L, et al. Am J Clin Nutr. 2016.

Abstract

BACKGROUND: A growing number of cohort studies suggest a potential role of dairy consumption in type 2 diabetes (T2D) prevention. The strength of this association and the amount of dairy needed is not clear.

OBJECTIVE: We performed a meta-analysis to quantify the associations of incident T2D with dairy foods at different levels of intake.

DESIGN: A systematic literature search of the PubMed, Scopus, and Embase databases (from inception to 14 April 2015) was supplemented by hand searches of reference lists and correspondence with authors of prior studies. Included were prospective cohort studies that examined the association between dairy and incident T2D in healthy adults. Data were extracted with the use of a predefined protocol, with double data-entry and study quality assessments. Random-effects meta-analyses with summarized dose-response data were performed for total, low-fat, and high-fat dairy, (types of) milk, (types of) fermented dairy, cream, ice cream, and sherbet. Nonlinear associations were investigated, with data modeled with the use of spline knots and visualized via spaghetti plots.

RESULTS: The analysis included 22 cohort studies comprised of 579,832 individuals and 43,118 T2D cases. Total dairy was inversely associated with T2D risk (RR: 0.97 per 200-g/d increment; 95% CI: 0.95, 1.00;P= 0.04;I(2)= 66%), with a suggestive but similar linear inverse association noted for low-fat dairy (RR: 0.96 per 200 g/d; 95% CI: 0.92, 1.00;P= 0.072;I(2)= 68%). Nonlinear inverse associations were found for yogurt intake (at 80 g/d, RR: 0.86 compared with 0 g/d; 95% CI: 0.83, 0.90;P< 0.001;I(2)= 73%) and ice cream intake (at ∼10 g/d, RR: 0.81; 95% CI: 0.78, 0.85;P< 0.001;I(2)= 86%), but no added incremental benefits were found at a higher intake. Other dairy types were not associated with T2D risk.

CONCLUSION: This dose-response meta-analysis of observational studies suggests a possible role for dairy foods, particularly yogurt, in the prevention of T2D. Results should be considered in the context of the observed heterogeneity.

© 2016 American Society for Nutrition.

Nutrição e sua individualidade

Quantos gramas de proteína por kg de peso ? Depende do seu objetivo.
Quantos gramas de carboidrato por kg de peso ? Depende do seu objetivo.
A resposta metabólica é individual e a dieta deve estar calculada conforme planejamento prévio.
Não existe uma dieta correta e uma dieta errada. Converse com seu nutricionista. A relação entre vocês é parte FUNDAMENTAL para boas avaliações e mudanças de composição corporal.
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A polêmica do óleo de coco

A Polêmica do Óleo de Coco

Posicionamento oficial da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO) sobre o uso do óleo de coco para perda de peso.

Considerando que muitos nutricionistas e médicos estão prescrevendo óleo de côco para pacientes que querem emagrecer, alegando sua eficácia para tal propósito;

Considerando que não há qualquer evidência nem mecanismo fisiológico de que o óleo de côco leve à perda de peso;

Considerando que o uso do óleo de côco pode ser deletério para os pacientes devido à sua elevada concentração de ácidos graxos saturados, como ácido láurico e mirístico;

A SBEM e a ABESO posicionam-se frontalmente contra a utilização terapêutica do óleo de coco com a finalidade de emagrecimento, considerando tal conduta não ter evidências científicas de eficácia e apresentar potenciais riscos para a saúde.

A SBEM e a ABESO também não recomendam o uso regular de óleo de coco como óleo de cozinha, devido ao seu alto teor de gorduras saturadas e pró-inflamatórias. O uso de óleos vegetais com maior teor de gorduras insaturadas (como soja, oliva, canola e linhaça) com moderação, é preferível para redução de risco cardiovascular.

Exemplo de um cardápio para atleta

 

Café da manhã: Pão integral + ricota OU queijo quak OU cottage light + 1 fatia de peito de peru + fruta OU suco de fruta natural + 1 xíc de café preto

 

Lanche da manhã: fruta OU salada de fruta OU barrinha de cereal sem chocolate OU frutas secas

 

Almoço: Salada crua e cozida + arroz integral OU batata doce OU aipim + feijão sem lingüiça e bacon + filé de frango

 

Lanche da tarde 1: iogurte desnatado  OU sanduíche + ricota OU queijo quak OU cottage light + 1 fatia de peito de peru

 

Lanche da tarde 2: fruta OU suco de frutas OU barrinha de cereal sem chocolate Ou frutas secas

 

Jantar: 1 prato de massa integral com molho vermelho e atum OU frango

 

Algumas verdades em relação a nutrição

Algumas verdades já bem consolidadas: Proteína ajuda a queimar gordura. Treino de força ajuda a emagrecer. Gordura e álcool podem ser consumidos com moderação Se quiser emagrecer, reduza o carboidrato. O açúcar é vilão. Sal em excesso faz mal. Dietas mais restritas devem ter início, meio e fim. Emagrecer é perder gordura e jamais massa muscular. Não reduza sua taxa metabólica basal. Um bom nutricionista não usa o máximo de suplemento e sim o mínimo de suplementos. Comer de forma fracionada não é tão importante. Dietas da moda (paleo e outras) não funcionam. Fuja dos industrializados. Óleo de coco é óleo igual e deve estar no cálculo das gorduras da dieta Não se troca gordura por músculo. Uma coisa é uma coisa, outra coisa, é outra coisa. Quer ganhar massa muscular ? coma mais. Treine com profissionais da sua confiança. Procure um educador físico. Faça exames de sangue periódicos. Não faça teste de alergia da ponta do dedo. Desconfie de imediatismos,mudanças efetivas não são tão drásticas. Cortar glúten e lactose não ajuda a emagrecer. Água morna com limão também não. Coma abacate e sardinha Não use esteroides. Não se compare. Não vale a pena, cada corpo é único. Apenas procure ser a sua melhor versão ‪#‎nutriskin‬ ‪#‎nutriskinbrasil‬ ‪#‎vidasaudávelagora‬