Monthly Archives: April 2017

Alimentação pré e pós-treino: o que consumir?

1) Como deve ser a alimentação de esportistas e atletas?

Desde aqueles que treinam o ano inteiro até

os recém-chegados à academia, todos têm uma coisa em comum: a necessidade de uma alimentação reforçada, com os alimentos certos para a potencialização dos resultados. É no período do verão que os atletas aproveitam para cuidar do corpo e a maioria deles acredita que somente estar bem alimentado é suficiente para garantir a energia necessária para enfrentar os treinos. O importante mesmo é ter certeza de que os alimentos são os indicados para tal finalidade. O atleta deve se preocupar com o tipo de treino a ser executado para então definir o tipo de alimento que poderá contribuir para melhores resultados.

O primeiro passo, portanto, é saber que tipo de treino (modalidade) será realizado, em qual horário, qual será o tempo de duração e a frequência do treino. Depois disso, é preciso saber em qual fase do treino o atleta está. Por exemplo: tênis (aprendendo a técnica. O gasto calórico é menor, e, por isso, o lanche pode ser menor. Quando se está aperfeiçoando a técnica, já aprendida, o gasto calórico é maior e o lanche deve ser maior).
É necessário saber o que se deseja com o treino. Se o objetivo é reduzir peso, por exemplo, os lanches pré e pós-treino costumam ser muito calóricos, o que acaba prejudicando o resultado. Ele jamais será alcançado.

2) O que é indicado comer antes de treinar?

Para quem deseja reduzir peso, o indicado é apenas uma porção de fruta ou uma barra de cereais, 20 minutos antes. Agora, para quem não tem essa preocupação e realiza um treino focado na hipertrofia, é necessário fazer um lanche maior, contendo pão de forma integral; geleia ou queijo; suco de fruta ou leite batido com frutas e aveia. Antes do treino sempre devemos priorizar carboidratos, que vão nos oferecer energia rápida para ser usada no treino, evitando a fadiga.

3) O que é indicado após o treino?

O ideal é consumir proteínas (carne, frango, peixe, queijos, ovos) e carboidratos (arroz, batata inglesa, batata doce, pães). O carboidrato vai repor a energia gasta durante o treino, além de ajudar na recuperação do músculo. Já a proteína auxilia na síntese do músculo, aumentando o volume. Se o final do treino não coincidir com as grandes refeições (almoço e jantar), a solução é optar por iogurte (proteína) com frutas picadas ou aveia (carboidratos).

4) Quais são as opções para vegetarianos e veganos?

No pré-treino: frutas, leite vegetal (aveia, castanha do pará, arroz) batido com frutas e aveia, fruta + aveia e mel (vegetarianos);
Pós-treino: iogurte de soja com cereais, tofu grelhado, pães com patê de soja/homus, queijo de aveia + pães.

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Dietoterapia Chinesa: Nutrição para Corpo, Mente e Espírito Sob a Óptica da Nutrição Integrativa

Dietoterapia Chinesa: Nutrição para Corpo, Mente e Espírito Sob a Óptica da Nutrição Integrativa

Nutrição Integrativa considera que o alimento é uma força dinâmica que interage com os seres humanos nos níveis corpóreo e físico, no mental e emocional, no social e espiritual (URBANO, 2016). Debruçam-se nas medicinas milenares, tais como a Medicina Tradicional Chinesa (MTC) para explicar que é preciso “olhar para dentro” para que a boa nutrição ocorra. Essa medicina não convencional entende o ser humano com múltiplas dimensões, principalmente a espiritual e, coloca a alimento como sendo a base essencial para promoção de saúde. Na MTC, a nutrição é o primeiro passo para a prevenção de agravos e tratamento de todos os processos de adoecimento e, portanto recebe a denominação de Dietoterapia Chinesa. Esse artigo enfatiza o tratamento da MTC para a saúde, através da alimentação natural com o objetivo de promover o bom funcionamento dos órgãos internos e expandir o conceito de nutrição, demonstrando que as necessidades humanas vão além de processos biológicos e envolvem a mente e a consciência do indivíduo, ao qual se chama de espírito.

 

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Gestation: from Physiology to the Consumption of Antioxidants

O levantamento bibliográfico foi realizado, nas bases de dados PubMed, SciELO, Lilacs, entre 2002 a 2016. Foram incluídas 23 publicações em idiomas português e inglês com os seguintes descritores: “Gestação”, “Aspectos fisiológicos”, “Consumo alimentar”, “Antioxidantes”. Nos estudos selecionados, evidenciou-se que o processo gravídico, e o nutricional apresenta uma dupla importância, sob o ponto de vista clínico e epidemiológico, por representar um período de reconhecida vulnerabilidade biológica, e ao concepto, extremamente dependente do organismo materno para seu crescimento e desenvolvimento. Portanto, o desequilíbrio na ingestão de nutrientes inclusive os antioxidantes fundamentais na gestação tem sido observado na população brasileira, conforme análise do consumo dietético em diversos estudos analisados. Assim a assistência pré-natal é uma excelente oportunidade para a orientação e para a saúde em geral e dietética em particular, pois através dessa assistência pode haver a identificação antecipada da inadequação do estado nutricional, minimizando assim os riscos de intercorrências gestacionais.

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Mitos e verdades sobre a dieta vegetariana

Grande parte das pessoas torna-se vegetarianas por considerar que os animais têm o mesmo direito à vida e a proteção contra sofrimentos do que o ser humano, por compartilhar do mesmo planeta e poder usufruir igualmente desse ambiente.

Uma alimentação adequada é aquela que fornece todos os nutrientes necessários para a manutenção da saúde, sem escassez nem exageros. Além disso, a dieta saudável contempla a utilização de fitoquímicos presentes naturalmente nos alimentos vegetais e que podem modular o funcionamento do organismo. Como em qualquer dieta, a adequação nutricional na alimentação vegetariana dependerá da escolha de alimentos que fornecem esses nutrientes, seja qual período da vida ou situação que o indivíduo se encontra.

Para mudar o pensamento equivocado sobre a dieta vegetariana, confira alguns mitos e verdades dessa prática:

Vegetarianos substituem a carne apenas por soja

Mito. Existe uma diversidade de alimentos de origem vegetal que fornecem proteínas adequadas para atender às necessidades diárias! Devem ser combinados cereais e leguminosas de todos os tipos, além de sementes e oleaginosas que contribuem para esse aspecto nutricional. Por isso, não é só de soja que vive um vegetariano!

Bebês veganos podem ser amamentados

Verdade. Desde que não haja nenhuma enfermidade que impossibilite a amamentação, os bebês veganos devem ser amamentados com leite materno, como é preconizado pelo Ministério da Saúde, visto seus inúmeros benefícios à criança e a mãe. Para uma adequação nutricional, é totalmente necessário o acompanhamento contínuo com o médico pediatra e nutricionista!

Intoxicação por agrotóxicos

Mito. Um erro muito frequente das pessoas é acreditar que os vegetarianos consomem mais agrotóxicos por ingerirem majoritariamente alimentos de origem vegetal. Entretanto, saiba que as carnes dos animais também possuem substâncias químicas prejudiciais, visto que os mesmos, na maioria das vezes, são alimentados com produtos contendo agrotóxicos que comprovadamente se acumulam em tecidos, processo conhecido como bioacumulação.

Vegetarianos podem praticar atividade física normalmente

Verdade. A dieta vegetariana bem planejada e com os nutrientes essenciais em proporções equilibradas, pode favorecer a prática de exercícios físicos exaustivos com o mesmo desempenho dos atletas e desportistas onívoros.

 

Diabetes Mellitus Type 1 – The Importance of Nutritional Therapy – Strategies and Procedures used in Educational Process.

O princípio nutricional para as pessoas com diabetes mellitus 1 (DM1) não difere muito de uma alimentação saudável (HENZEN, 2015). Neste sentido, podemos afirmar que não existe uma dieta especial para diabéticos. Entretanto, apesar de não existir uma dieta rígida, com restrições de nutrientes, a alimentação saudável e a contagem de carboidratos são estratégias fundamentais no monitoramento nutricional da DM1. Pesquisas mostram que quanto maior o grau de conhecimento do diabético sobre a alimentação, melhor é o nível da hemoglobina glicada (HbA1c).

Um dos grandes desafios do tratamento nutricional em crianças e adolescentes é criar mecanismos para que o processo educativo aconteça de forma individualizada, lúdica e interativa. O nutricionista é o intermediário no processo de aprendizado, contribuindo assim, para o planejamento e o controle alimentar do diabético no cotidiano.

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Impact of whey protein supplementation on weight loss: a review.

A proteína do soro do leite é uma proteína de alto valor biológico utilizada com diferentes finalidades, além do incremento da massa magra. Objetivo: Conhecer os benefícios da proteína do soro do leite na gordura corporal, na saciedade e no controle glicêmico. Método: Análise de dados nas bases MedLine, Lilacs, PubMed e SciELO. Conclusão: No controle da gordura corporal um dos mecanismos responsáveis é o teor de cálcio, já na saciedade os aminoácidos de cadeia ramificada são o principal mecanismo e no controle glicêmico a associação de proteína do leite e carboidratos têm impacto positivo na redução da glicemia. Apesar dos benefícios conhecidos, estudos epidemiológicos precisam ser realizados para determinar a dose indicada para cada perfil de paciente e seus efeitos a longo prazo.

 

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Coca-Cola’s secret influence on medical and science journalists

A series of journalism conferences on obesity received covert funding from Coca-Cola. Paul Thacker investigates

Industry money was used to covertly influence journalists with the message that exercise is a bigger problem than sugar consumption in the obesity epidemic, documents obtained under freedom of information laws show. The documents detail how Coca-Cola funded journalism conferences at a US university in an attempt to create favourable press coverage of sugar sweetened drinks. When challenged about funding of the series of conferences, the academics involved weren’t forthcoming about industry involvement.

For drinks manufacturers such as Coca-Cola the idea that consuming their products is fine as long as you exercise—reinforced with expensive advertising campaigns associated with sport—has been an important one. As Yoni Freedhoff, assistant professor of medicine at the University of Ottawa, told The BMJ, “For Coca-Cola the ‘energy balance’ message has been a crucial one to cultivate, as its underlying inference is that, even for soda drinkers, obesity is more a consequence of inactivity than it is of regularly drinking liquid candy.”

The six figure bill for funding these journalism conferences was more than repaid in favourable press coverage, say critics. Documented evidence of the industry’s covert influence on the media is rare. In 2004, researchers examined secret documents made public during tobacco litigation. Attempting to derail the effect of the US Environmental Protection Agency’s 1993 report on secondhand smoke, the tobacco industry successfully placed stories in major print publications about the report’s “scientific weakness” to help “build considerable reasonable doubt . . . particularly among consumers,” the researchers wrote.1 They concluded that even journalists can fall victim to well orchestrated public relations efforts, regardless of the quality of the science used in these PR exercises.

Coca-Cola funding at the University of Colorado

The story begins with articles last year in the New York Times and Associated Press on the Global Energy Balance Network, a now defunct “science based” collaboration between Coca-Cola and university scientists to tackle the obesity crisis.2 The company donated $1m to the University of Colorado, home institution of the Global Energy Balance Network’s president, James Hill, a professor of paediatrics. After experts criticised the network as a Coca-Cola ploy to shift the public’s perception of the causes of obesity from diet and consumption of sugary drinks to lack of exercise, the network shut down in December 2015. The University of Colorado later returned the money to Coca-Cola, and the company now declares its funding to external organisations on a website.

Not yet reported are several journalism conferences the University of Colorado ran with funding from Coca-Cola. Emails and documents obtained by The BMJ under freedom of information laws show that Coca-Cola began approaching professors at the university in early 2011 in an attempt to sway journalists. The tactic bore fruit. In one example, a CNN reporter attended the 2014 journalism conference and later contributed to a story that argued that obesity’s cause could be lack of exercise, not consumption of sugary soft drinks. Critics told The BMJ that Coca-Cola’s $37 000 support for that particular conference and the resulting story was a better bargain than an advertisement placed on CNN’s website.

Emails between Hill and Coca-Cola in 2011 detail the planning for a journalism conference that took place in early February 2012. Almost 20 journalists attended the conference, with assistance from the non-profit, Washington DC based National Press Foundation.

Some months after the event, Hill emailed a Coca-Cola executive and described the conference as a “home run,” adding, “The journalists told us this was an amazing event and they generated a lot of stories.” Hill continued, “You basically supported the meeting this year . . . I think we can get many more sponsors involved next year.”

Months later, the company agreed to send $45 000 to the University of Colorado Foundation for further support.

In August 2013 Hill emailed Coca-Cola about another journalism conference on obesity held with the National Press Foundation. Emails and questions to the foundation suggest that it did not know about these conversations with Coca-Cola. Hill wrote to the company: “The conference was a great success and even better than last year. These journalist[s] came away with a much more realistic understanding of obesity. Thanks again for your support.” Hill apparently attached a report of the conference, as a Coca-Cola executive responded, “Have read the entire [report]—excellent. Count us in for next year.”

Journalist complains

But one journalist, Kristin Jones, became concerned about how these conferences were funded and complained to the National Press Foundation. The foundation’s president, Bob Meyers, passed on her concerns to Hill and fellow professor John Peters. Meyers told the professors that Jones was upset to hear that Coca-Cola provided $10 000 for the 2014 journalism conference, which she attended, and added that he had told Jones “that all we know about funding is that it came from the University of Colorado Foundation.”

Peters then told the National Press Foundation by email, “The funding for this came from our general educational grant resources.” Months later, Peters emailed Coca-Cola executives a report on the 2014 journalism conference, thanking them for the “educational grant that supported this work.”

“I feel like I was lied to,” Jones told The BMJ. Jones no longer works as a journalist but said that she would not have attended the conference had she known of Coca-Cola’s funding.

The National Press Foundation’s detailed report of the 2014 conference included comments from reporters who attended and listed stories they later wrote. At the top of the report is a prominent quote from reporter Jen Christensen of CNN: “You had all the rock stars of the obesity topic—the quality of the speakers you chose was incredible. Never have I been to such a helpful fellowship.” The report notes that, months after the conference, Christensen contributed to a CNN story titled, “Soda makers want to cut calories, but is diet really better?”3

Christensen did not return repeated requests to comment for this story, nor did a reporter from National Public Radio who also attended.

“Great business”

Ottawa University’s Yoni Freedhoff commented, “It’s great business for Coca-Cola to fund the indoctrination of journalists in Coca-Cola friendly dogma, a fact I’d wager was clear to those experts who helped Coca-Cola to hide their involvement.”

The organiser of the conferences for the National Press Foundation was Bob Meyer, who has left the group. He did not respond to requests for comment. The foundation is now run by Sandy Johnson, who said by email that “a more appropriate sponsor of a journalist training program would be an organization such as Mayo Clinic, which did just that in February 2016.”

After reviewing several of the documents obtained by The BMJ, including the final 2014 report, Marion Nestle, professor of nutrition and public health at New York University, said that journalists should have realised that the programme was an industry event because of the choice of speakers and topics covered. One panel, for instance, featured representatives from McDonald’s and Coca-Cola discussing their corporate initiatives on obesity. Journalists appear to have been misled, but they should not have been so gullible, Nestle added. “Overall, this looks like an industry meeting framed as science, and the journalists bought into it. Coca-Cola got its money’s worth on this one.”

A Coca-Cola representative said that in September 2015 the company disclosed on its website the $45 000 funding to the University of Colorado for the journalism training programme in the spring of 2012. Before 2015 it wasn’t clear where the funding for the journalism programme was coming from. The University of Colorado told The BMJthat the university funded the 2014 journalism conference with $37 500 provided primarily by Coca-Cola Company for the Global Energy Balance Network. A university spokesperson told The BMJ, “Essentially funding for the conference came from a gift from Coke.”

Hill and Peters have not responded to The BMJ’s requests for comment.

Footnotes

  • Competing interests: I have read and understood BMJ’s policy on declaration of interests and declare: I have received travel funds from Harvard University to speak on corruption in academic research and from the University of Toronto Faculty of Law to speak on corruption in academic research and the Physician Payments Sunshine Act. I am on the board (unpaid) of the James Madison Project, a US group that helps journalists and others on Freedom of Information Act requests and litigation. I advise a research institute on its outreach regarding brain research. I am paid to write for several journalism outfits, including the New York Times, Los Angeles Times, Lucky Peach, and Huffington Post. I am being paid to advise and write for an upcoming documentary on the drug industry.

Influence of omega-3 fatty acids on skeletal muscle protein metabolism and mitochondrial bioenergetics in older adults.

Omega-3 polyunsaturated fatty acids (n3-PUFA) are recognized for their anti-inflammatory effects and may be beneficial in the context of sarcopenia. We determined the influence of n3-PUFA on muscle mitochondrial physiology and protein metabolism in older adults. Twelve young (18-35 years) and older (65-85 years) men and women were studied at baseline. Older adults were studied again following n3-PUFA supplementation (3.9g/day, 16 weeks). Muscle biopsies were used to evaluate respiratory capacity (high resolution respirometry) and oxidant emissions (spectrofluorometry) in isolated mitochondria. Maximal respiration was significantly lower in older compared to young. n3-PUFA did not change respiration, but significantly reduced oxidant emissions. Participants performed a single bout of resistance exercise, followed by biopsies at 15 and 18 hours post exercise. Several genes involved in muscle protein turnover were significantly altered in older adults at baseline and following exercise, yet muscle protein synthesis was similar between age groups under both conditions. Following n3-PUFA supplementation, mixed muscle, mitochondrial, and sarcoplasmic protein synthesis rates were increased in older adults before exercise. n3-PUFA increased post-exercise mitochondrial and myofibrillar protein synthesis in older adults. These results demonstrate that n3-PUFA reduce mitochondrial oxidant emissions, increase postabsorptive muscle protein synthesis, and enhance anabolic responses to exercise in older adults.

 

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Peppers Capsicum Gender in Obesity Control and Abdominal adiposity

As pimentas são cultivadas e utilizadas em culinária em quase todo o mundo. Alguns dos seus componentes, como a capsaicina, são eficientes no aumento da termogênese através da modulação de ácidos graxos. O objetivo deste estudo foi realizar uma revisão na literatura sobre aspectos funcionais relacionados à obesidade e à gordura abdominal das pimentas do gênero Capsicum.  Dados na literatura científica mostram a eficácia do uso de pimentas no aumento do gasto energético depois da ingestão da capsaicina, mas sem efetiva comprovação de que seu uso isolado possa ser suficiente para o controle da obesidade.

 

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Bioactive Compounds and Performance of Racing Athletes: A review.

Os compostos bioativos compreendem substâncias não-nutrientes, que possuem ação metabólica ou fisiológica. São eles: flavonóides, alcalóides, triterpenos, catequinas, antraquinonas, taninos, entre outros, constituintes extra nutricionais que apresentam-se em pequenas quantidades nos alimentos. Objetivo: Este estudo revisa os mecanismos de ação biomoleculares dos compostos bioativos que podem auxiliar no desempenho de corredores. Método: Análise de dados nas bases de artigos acadêmicos: Medline, Lilacs e Scielo, na ultima década. Conclusão: O levantamento da literatura permitiu concluir que os compostos bioativos podem melhorar o desempenho dos atletas de corrida, a utilização de 570mg de catequinas melhorou o desempenho atlético desses esportistas. No entanto é necessário mais estudos clínicos randomizados para confirmar a eficácia desses compostos, bem como, avaliar a melhor forma de ingerir cada composto bioativo para ter suas propriedades aproveitadas, e para confirmar seus efeitos no desempenho de corredores e estabelecer a dose adequada.

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