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Chia

O grão é fonte de ômega-3, proteínas, fibras, substâncias antioxidantes e minerais como fósforo, cálcio, ferro e magnésio. Assim, a chia é uma importante parceira contra diversos problemas de saúde.

Por ser rica em fibras, prolonga a saciedade (devido a sua digestão mais lenta) e melhora o trânsito intestinal. Contém muito mais ômega-3 do que a linhaça. Essa gordura benéfica previne doenças cardiovasculares. Além de ser um alimento anti-inflamatório, ela tem ação no controle da pressão arterial e na redução do colesterol e dos triglicérides.

O tratamento do câncer de mama também ganha reforços com o grão. Em um estudo com cobaias, foi constatado que os animais alimentados com o seu óleo tiveram uma diminuição no tamanho do tumor e no número de metástases.   O grão colabora na prevenção de tumores, pois apresenta um alto teor de antioxidantes.

É possível adicioná-la a frutas, cereais, saladas, sopas e iogurte. Moída, é uma substituta da farinha em receitas  (pois ajuda dar liga)  de massas, pães, e biscoitos. Ao contrário da linhaça, a chia não precisa ser triturada para liberar o ômega-3.

 

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Palatinose

A isomaltulose é derivada da cana de açúcar, do mel ou da beterraba. É um dissacarídeo originado da mudança das ligações α-1-2, entre glicose e frutose para α-1-6, o que transforma a sacarose em isomaltulose. O nome palatinose foi dado pelo fato de ser produzido originalmente na região de Palatinato, na Alemanha.

É um pó branco, cristalino, com uma doçura natural que corresponde a 50 – 60% da doçura do açúcar comum. Não apresenta sabor residual, podendo mascarar o sabor de outros ingredientes, principalmente o amargo e contém boas características sensoriais.

Mas no que a Palatinose pode te ajudar? Apesar de ser um açúcar simples, ela possui um Índice Glicêmico baixo, isso significa que sua absorção acontece lentamente favorecendo exercícios de longa duração como maratona ou ciclismo de estrada, uma vez que sua administração eleva a oxidação de gordura, como confirmam vários estudos. O único porém, está no fato de que sua ingestão em excesso pode causar desconforto gastrointestinal como náusea e vômito, principalmente em atletas de endurance, podendo até prejudicar o desempenho esportivo.

Para a saúde a palatinose pode ajudar na prevenção de doenças cardiovasculares, aumentar a saciedade e com isso ajudar no controle do peso, além de auxiliar no tratamento de diabetes tipo 2, uma vez que alimentos de baixo índice glicêmico são recomendados para evitar hiperglicemia depois da refeição, e por estar associado com níveis mais baixos de triglicerídeos.

A palatinose pode substituir o açúcar refinado nas refeições do dia-a-dia. Apesar de ambas substâncias possuírem 60kcal em 15g de produto, a palatinose não causa cáries e é lentamente absorvida no intestino, diferente do açúcar comum.

Mas converse sempre com seu nutricionista, para saber qual a melhor opção para você!

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Alimentação Vegetariana e Esporte

Alimentação Vegetariana e Esporte
Segundo a Sociedade Vegetariana Brasileira é considerado vegetariano aquele que exclui de sua alimentação todos os tipos de carnes, aves, peixes e seus derivados, podendo ou não utilizar laticínios ou ovos. O vegetarianismo inclui o veganismo, que é a prática de não utilizar produtos oriundos do reino animal para nenhum fim (alimentar, higiênico, de vestuário, etc.).

Diversos artigos têm demonstrado que, em uma visão geral, os indivíduos adeptos a uma dieta vegetariana apresentam um risco menor de desenvolver sobrepeso/obesidade, doenças cardiovasculares, hipertensão, diabetes, neoplasias, entre outras condições que comprometem a qualidade de vida e longevidade.

Os benefícios e prejuízos da associação do vegetarianismo com o esporte têm sido pesquisados em diversos estudos e revisões, uma vez que o número de atletas e praticantes de atividade física têm crescido em busca de um novo hábito alimentar. A capacidade aeróbica em vegetarianos parece não ser alterada desde que atenda às necessidades nutricionais, uma dieta equilibrada ainda parece favorecer modalidades esportivas com predominância no sistema oxidativo, já para resultados de força muscular existem poucos estudos.

A qualidade e quantidade de proteínas oferecidas para um atleta vegetariano são uma preocupação em potencial porque o adequado aporte proteico é essencial para a nutrição de um indivíduo, pois implica diretamente no seu rendimento e na sua composição corporal. As proteínas de origem vegetal são uma excelente opção, uma vez que apresentam uma boa digestibilidade e qualidade nutricional com relação ao perfil proteico quando associadas entre si e colocadas, estrategicamente, em um plano alimentar que ofereça todos os aminoácidos essenciais.

Recente estudo experimental demonstrou que as proteínas do arroz proporcionam melhor digestibilidade do que às de origem animal. Ademais, a administração de proteína vegetal pós-exercício físico revelou igual eficácia no desempenho e na hipertrofia muscular. Em outro estudo, as proteínas de ervilha foram avaliadas e revelaram promover maior ganho de força e hipertrofia muscular em comparação às proteínas do soro do leite. Essas proteínas são particularmente ricas em aminoácidos da cadeia ramificada (BCAA, leucina, isoleucina e valina), que desempenham papel importante na síntese de proteínas dos músculos.

Ainda é essencial o acompanhamento dos micronutrientes, pois os atletas vegetarianos podem estar em risco de baixa ingestão de energia, gordura, vitamina B12, riboflavina, vitamina D, cálcio, ferro e zinco, então, sendo necessária, em diversos casos, a sua suplementação.

Ainda não existem estudos controlados e realizados, a longo prazo, para se avaliar o melhor desempenho em indivíduos vegetarianos, sendo necessário mais pesquisas referentes ao tema. Porém já é bastante observada a possibilidade de que uma dieta vegetariana bem-planejada e nutricionalmente adequada possa favorecer a saúde e o desempenho do atleta.

Suplementação com colágeno hidrolisado parece ter efeito positivo na osteoporose e osteoartrite

Segundo revisão sistemática, medida traz alívio sintomático em quadros de dor.

Ao conduzir uma revisão sistemática da literatura, pesquisadores da Universidade Estácio de Sá, de São José dos Campos (SP), identificaram que o colágeno hidrolisado “tem função terapêutica positiva na osteoporose e osteoartrite com potencial aumento da densidade mineral óssea, efeito protetor da cartilagem articular e principalmente no alívio sintomático em quadros de dor”. Esse e outros resultados estão publicados na edição de janeiro/março deste ano da Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia.

Os autores explicam no artigo “Suplementação com colágeno como terapia complementar na prevenção e tratamento de osteoporose e osteoartrite: uma revisão sistemática” que o colágeno hidrolisado já é reconhecido como um nutracêutico seguro. Eles lembram que nutracêuticos “são substâncias que podem atuar como adjuvantes na prevenção e tratamento de doenças crônicas”.

Após pesquisa nas bases MEDLINE, LILACS e SciELO, os especialistas identificaram 187 artigos científicos que tinham como objetivo estudar os efeitos do colágeno hidrolisado sobre a cartilagem e o osso, bem como investigar a ação desse nutracêutico em osteoartrite e osteoporose. Ao final da seleção, o grupo permaneceu com nove artigos experimentais para desenvolver a análise. Entre os trabalhos selecionados, havia cinco pesquisas com modelos humanos, três com modelos animais e um in vitro que usou células humanas e modelos animais.

A revisão mostrou que essa substância traz benefícios em quadros de osteoporose e osteoartrite. “Embora não exista na literatura científica pesquisada consenso sobre a dosagem de colágeno hidrolisado a ser administrada, com a suplementação de 8g diária observa-se aumento da concentração de glicina e prolina no plasma e doses equivalentes a 12g diária promovem melhora significativa nos sintomas de osteoartrite e osteoporose”, afirmam os pesquisadores na publicação, lembrando, no entanto, que ainda são necessários mais estudos sobre o tema.

Tríade da atleta

A tríade da atleta é uma síndrome que ocorre em mulheres fisicamente ativas. Existe uma associação de distúrbios alimentares, amenorreia e osteoporose.
Essa tríade é frequentemente negada, não diagnosticada e subnotificada.
Todos nós, profissionais do esporte devemos estar atentos para reconhecer/ diagnosticar/ tratar/ encaminhar mulheres com qualquer um dos componentes da tríade.
Nutriskin, Vida Sáudavel Agora.
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Citrulina - novas evidências

A citrulina possui funções importantes para o organismo humano. Estudos experimentais mostraram que a suplementação de citrulina aumentou a síntese protéica e a disponibilidade de arginina. As evidências sugerem que a critrulina pode ser uma forma de fornecer arginina às células endoteliais e imunológicas, podendo impedir a produção excessiva de óxido nítrico.Especula-se que a citrulina pode estimular a síntese proteica muscular de maneira indireta, relacionada à sua capacidade de fornecer arginina, estimular a secreção de insulina e hormônio de crescimento. Assim, a capacidade da citrulina em estimular a síntese proteica abre uma nova perspectiva no campo da nutrição clínica.A citrulina é um aminoácido intermediário do ciclo da uréia, não proteico, sintetizada a partir de arginina e glutamina nos enterócitos e liberada na circulação portal. Por isso, esse aminoácido está quase ausente nos alimentos, sendo a melancia uma notável exceção.

A citrulina é metabolizada pelos rins, onde é convertida novamente em arginina. Assim, os rins extraem 83% da citrulina liberada pelo intestino e convertem 75% em arginina. A citrulina também é produzida nos hepatócitos, no entanto, o que é produzido no fígado é metabolizado, sem ser liberado na circulação sistêmica.

Neste sentido, por ser liberada na circulação portal apenas quando produzida nos enterócitos, a concentração plasmática da citrulina tem sido utilizada como um marcador da quantidade de enterócitos em pacientes com síndrome do intestino curto. Além disso, seus níveis plasmáticos podem ser utilizados como um marcador quantitativo de lesão do epitélio intestinal após radioterapia e mielossupressão. Um estudo com voluntários saudáveis mostrou que o valor médio da citrulina plasmática foi de 38 ± 8 micromoles/L.

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Semana Véspera da Maratona

Dicas básicas: √ não inventar moda e não comer nada que nunca comeu √manter-se bem hidratado.
√ aumentar o aporte de carboidratos ( pão massas granola frutas aveia macarrão batata)
√ cuidar com a fibra √ organizar os suplementos alimentares para a prova ( se for a indicação prévia )
√ vai ingerir carbo durante a prova ? Não esqueça da diluição do carboidrato a 6 a 8%
√ não ingerir álcool e gorduras/frituras/molhos.
A Nutriskin apóia seus atletas e deseja uma excelente prova.
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